segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Moratória da soja é estendida no país



O pacto ambiental que desde 2006 evita que a produção de soja no Brasil seja vetor de desmatamento da Amazônia - e que deveria ter terminado sexta-feira - continuará até dezembro deste ano.

Ambiente

Depois disso, a "moratória da soja" deve ser substituída por novo mecanismo que terá por base o fortalecimento do Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (Sicar). O formato dessa nova ferramenta será debatido pelo setor, governo e sociedade civil durante 2014, com a inclusão de produtores e consumidores.

Esse foi o resultado da reunião do Grupo de Trabalho da Soja (GTS) na sexta-feira, em Brasília. No GTS estão empresas processadoras e exportadoras de soja como ADM, Amaggi, Bunge, Cargill, além da Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove) e a Associação Nacional dos Exportadores de Cereais (Anec). Na mesa também sentam representantes da sociedade civil (Conservação Internacional Brasil, Greenpeace, ImaFlora, The Nature Conservancy e outros) e do Ministério do Meio Ambiente.

A negociação foi dura, o que evidencia que setor privado e sociedade civil têm entendimentos diversos sobre a questão. "O GTS concordou em manter por mais um ano as principais premissas que garantiram o sucesso da moratória: o monitoramento e o Desmatamento zero a partir de 2006", disse Paulo Adario, do Greenpeace. Ele lembrou que na situação atual, em que o Desmatamento volta a dar sinais de vigor, "os desafios continuam enormes. Por isso, um novo acordo precisa ser ainda mais consistente que a atual moratória".

Em comunicado à imprensa enviado pela Abiove, a sobrevida da moratória tem outro entendimento. O acordo teria "perdido a sua eficácia, depois de oito anos de implementação e seis renovações e porque nesse período houve significativa evolução da governança ambiental no Brasil", diz a nota, que adianta que o "GTS definirá uma nova agenda de trabalho para a sustentabilidade da soja no bioma Amazônia".

"Foi o acordo possível", concluiu Adario, sem muito comemorar. "Vamos construir uma nova agenda de trabalho para a soja no bioma Amazônia com a sociedade civil, o governo, as associações de produtores e de consumidores e as secretarias estaduais de Meio Ambiente", disse Carlo Lovatelli, presidente da Abiove.

FONTE:
Veiculo:
VALOR ECONÔMICO
  Secao:
AGRONEGÓCIOS
  Data:
2014-02-03
  Localidade:
SÃO PAULO
  Hora:
07:16:32
  Tema:
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE
  Autor:Daniela Chiaretti - De São Paulo

segunda-feira, 28 de janeiro de 2013

Ecossis Cursos de Capacitação está com inscrições abertas para o curso de Arqueologia Ambiental

A Ecossis Cursos de Capacitação já está com as inscrições abertas para o curso de Arqueologia Ambiental, que será realizado nos dias 08, 09 e 10 de março, na sede da Ecossis Soluções Ambientais, em Porto Alegre RS. 

O objetivo do curso é apresentar a legislação vigente, os trâmites legais relacionados aos projetos de pesquisa e os caminhos percorridos por ele dentro da unidade fiscalizadora. Além dos procedimentos vinculados aos trabalhos de campo, bem como, as metodologias voltadas para a curadoria dos materiais resgatados em campo. 

As aulas serão ministradas por Gustavo Leite - Biólogo e Sócio-diretor da Ecossis Soluções Ambientais, Maiana Neumann - Arqueóloga do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, Raquel Rech - Arqueóloga e coordenadora do Núcleo de Arqueologia do Museu Municipal de Santo Ângelo e Daiane Bitencourt - Arqueóloga e Doutoranda em História pela Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul - PUCRS. 

Com carga horária de 40 horas (20hs presenciais e 20hs semi-presenciais), as aulas acontecerão na sexta-feira das 19hs às 22hs, no sábado das 08h30 às 12hs e das 13h30 às 18h30, e no domingo das 08h30 às 12hs. 

O investimento do curso é de R$650,00 para o público em geral e R$ 450,00 para estudantes (mediante apresentação de comprovante de matrícula), além disso, quem curtir a Página dos cursos da Ecossis no facebook e compartilhar o flyer do curso de Arqueologia Ambiental ganha desconto também. 

As inscrições podem ser realizadas Pessoalmente, na sede da Ecossis, ou pelo e-mail arqueologia@ecossis.com. O pagamento pode ser efetuado em dinheiro, depósito bancário ou no cheque, em até 3x. Dúvidas ou informações ligue para o (51) 3022-7795 com Kelli ou Gustavo, ou envie e-mail para arqueologia@ecossis.com.

* Lenize Lopes

Foz do Chapecó Energia S.A contrata Ecossis para realizar Serviços Ambientais no Reservatório da UHE - Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó

Fonte:google
A Ecossis Soluções Ambientais foi contratada pela Foz do Chapecó Energia S.A para realizar serviços de Monitoramento das Áreas de Preservação Permanente (APPs) e controle de Macrófitas, nas áreas de influência direta do reservatório da UHE (Usina Hidrelétrica Foz do Chapecó), localizada no Rio Uruguai, entre os municípios de Águas de Chapecó-SC e Alpestre-RS. 

Conforme a bióloga Gabriela Fiori, o monitoramento das APPs do reservatório da UHE Foz do Chapecó tem por objetivo coibir qualquer tipo de interferência que possa causar prejuízos ambientais e patrimoniais na área do empreendimento, bem como cumprir as exigências dos Órgãos Ambientais e a legislação vigente. 

Para a execução dos serviços, a equipe da Ecossis, formada pelo engenheiro ambiental Tiago Alves dos Anjos, o engenheiro agrônomo Luiz Augusto Betinelle e o biólogo André Moreira, realizará semanalmente, por 24 meses, o monitoramento nas áreas de influência direta do reservatório da UHE Foz do Chapecó, onde serão verificadas as interferências como acampamentos, construções, desmatamento, caça, pesca ilegal, queimadas, disposição de resíduos, destruição de plantas em áreas de revegetação, entre outros que possam estar ocorrendo. 

O empreendimento abrange os municípios de Águas de Chapecó, Caxambu do Sul, Guatambu, Chapecó, Paial e Itá na margem de Santa Catarina. Além de Alpestre, Rio dos Índios, Nonoai, Faxinalzinho, Erval Grande e Itatiba do Sul na margem do Rio Grande do Sul. 

* Lenize Lopes

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Conselho Federal de Biologia dispõe de nova resolução de normas de captura, contenção, marcação, soltura e coleta de animais vertebrados in situ e ex situ

Segundo a resolução nº 301, insituída em 08 dezembro de 2012, o Conselho Federal de Biologia resolveu instituir no âmbito do Sistema Conselho Federal de Biologia/Conselhos Regionais de Biologia (CFBio/CRBios) normas regulatórias que visam padronizar os procedimentos de captura, contenção, marcação, soltura e coleta do espécime animal ou parte dele para obtenção de amostras de material biológico de animais silvestres nativos e exóticos in situ e ex situ, para estudos, pesquisa, atividades de ensino e serviços, seja em campo, laboratório, criatórios, estações experimentais, biotérios e zoológicos, para fins de transporte, experimentos, inventário, resgate, manejo, vigilância zoonótica, conservação, criação e produção de espécies classificadas como filo Chordata, subfilo Vertebrata e dá outras providências. Para ler o documento completo acesse o link: http://www.ecossis.com/news/procedimentosdecapturadeanimais.pdf

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

MMA inicia a distribuição de 500 mil exemplares do jornal que traz as principais informações sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente

Letícia Verdi/MMA
TINNA OLIVEIRA

Com o objetivo de mobilizar e sensibilizar a população para o tema dos resíduos sólidos, o Ministério do Meio Ambiente iniciou a distribuição de 500 mil exemplares do jornal que traz as principais informações sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA). Esta quarta edição trará a discussão e implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tem como um dos focos a meta de acabar com os lixões até 2014. Mais da metade dos municípios do Brasil ainda possuem esses precários depósitos a céu aberto. São 2.906 unidades que devem ser fechadas até 2014, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

“Queremos criar um clima de mobilização da sociedade em torno da conferência para que a sociedade se aproprie dos instrumentos da política e ajude a melhorar a gestão dos resíduos sólidos”, afirma o diretor de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Geraldo Vitor de Abreu. A expectativa é de que 200 mil pessoas possam participar presencialmente das conferências municipais, regionais, estaduais e da nacional. “Temos essa expectativa, pois o tema dessa conferência é peculiar, bem próximo à população”, explica.

O objetivo é construir as soluções para evitar o desperdício, reduzindo a produção de lixo nas cidades, com a participação de todas as partes envolvidas na questão. Um exemplo de atitude que a população pode tomar é organizar junto ao condomínio, bairro ou empresa uma ação para tratar a gestão dos resíduos sólidos de forma responsável, como a coleta seletiva. Apenas 14% dos municípios brasileiros realizam a coleta seletiva de lixo.

VOX POPULI

As etapas locais, além das conferências livres e virtuais, representam um espaço para o governo ouvir a população. Na etapa nacional todos os resultados das conferências locais serão discutidos pelos representantes eleitos. Em janeiro já começam as conferências livres (podem ser convocadas por associações comunitárias, síndicos ou moradores interessados) e virtuais (podem ser convocadas por qualquer grupo de pessoas ou representações governamentais interessados no debate que será realizado através da internet, videoconferência ou outros meios de comunicação virtual).

A 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente trabalhará os assuntos de produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais e geração de emprego e renda, todos inseridos na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo a lei da política, a responsabilidade pela destinação adequada dos resíduos sólidos é compartilhada, ou seja, dos governos, empresas e toda sociedade.

DISTRIBUIÇÃO

O Ministério do Meio Ambiente enviará exemplares do jornal contendo essas e outras informações aos órgãos vinculados – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jardim Botânico do Rio de Janeiro e Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Serão enviados também para as secretarias estaduais de Meio Ambiente.

Para que esses jornais cheguem até a comunidade, estão sendo firmadas parcerias com empresas públicas e privadas para auxiliar na distribuição, tais como a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rede de postos BR e Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Fonte: Ministério do Meio Ambiente

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Brasil integra a Plataforma Internacional de Biodiversidade

País terá acesso à infraestrutura e à tecnologia para o compartilhamento de dados que contribuirão com a gestão da biodiversidade brasileira 

LUCIENE DE ASSIS

A partir de agora, o Brasil faz parte, como associado, da Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês), uma iniciativa global multilateral dedicada ao compartilhamento e disponibilização de dados sobre biodiversidade. Com isso, os arquivos brasileiros passam a integrar os dados de uma rede global que soma mais de 388 milhões de registros de espécies em mais de dez mil bancos de dados provenientes de 422 instituições.

A rede é composta por 58 países e 46 organizações que reúnem informações sobre a existência de espécies vegetais, animais e microrganismos registrados em herbários, museus, coleções zoológicas e microbianas, além de sistemas com dados de observação. Trata-se da maior iniciativa multilateral de acesso virtual a esse tipo de informação. A rede foi fundada em 2001 e tem sede em Copenhague, na Dinamarca.

Na América Latina, países como Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Nicarágua, Peru e Uruguai já integram o GBIF. A adesão do Brasil garante ao país a participação plena na publicação de dados e de projetos de capacitação. No entanto, ainda não contribui financeiramente e não possui direito de voto no Conselho de Administração do GBIF. O país se comprometeu a realizar os passos necessários para ter participação votante em cinco anos.

COLEÇÕES HISTÓRICAS

O secretário de Biodiversidade e Florestas (SBF) do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Cavalcanti, destaca que o GBIF está muito ligado ao conhecimento da nossa biodiversidade. “Essa adesão mostra a evolução do Brasil no cenário internacional, por ser um participante integral de uma das redes globais mais importantes de compartilhamento de informatizações sobre biodiversidade, que é uma via de mão dupla”, explica.

De acordo com o secretário, grande parte das coleções históricas sobre a diversidade biológica brasileira se encontra em museus e coleções internacionais, que refletem as grandes expedições científicas que vieram ao Brasil nos últimos 250 anos. “O próprio naturalista Charles Robert Darwin foi um dos cientistas eminentes que esteve no Brasil e fez coleções aqui. O GBIF nos dá acesso a informações oriundas dessas coleções e isso é fundamental para o planejamento da conservação”, exemplifica. 

A organização dos dados, no Brasil, ocorre por meio do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SIBBr), uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O país abriga 15% da biodiversidade do planeta. Existem mais de 5 milhões de registros de amostras coletadas ou observadas no país, dos quais 2,3 milhões estão georreferenciados (têm suas coordenadas conhecidas em sistema de referência, disponíveis em tempo real). Eles estão prontos para integrar o banco de dados da Plataforma GBIF, que atua de acordo com os princípios da Convenção da Diversidade Biológica (CDB).

A analista ambiental Keila Macfadem Juarez, do Ministério do Meio Ambiente, explica que a grande vantagem para o país com a adesão ao GBIF é “garantir o acesso à infraestrutura e à tecnologia desenvolvidas para a interoperabilidade de dados em biodiversidade”. A interoperabilidade é a capacidade de um sistema, informatizado ou não, se comunicar de forma transparente com outro sistema.

O MMA tem-se empenhado, por meio de parcerias de âmbito global, no desenvolvimento de protocolos e padrões em biodiversidade, de forma a garantir a integridade científica e a interoperabilidade dos dados. Destaca-se o investimento já realizado, nos primeiros dez anos desta plataforma, de cerca de 300 milhões de euros. E algumas iniciativas já realizadas pelo MMA, como a de "Áreas Prioritárias para a Biodiversidade", ganharão agilidade com a existência de uma plataforma que integre os dados de diversos pesquisadores.

ACERVOS ABERTOS

Os dados do MMA farão parte dessa plataforma brasileira. Além disso, o GBIF desenvolveu ferramentas de análises dos dados que possibilitam, por exemplo, avaliar o impacto ambiental para espécies em determinada região, ou determinar a distribuição potencial de espécies ameaçadas. Essas e outras análises são essenciais na gestão da biodiversidade.

Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa Biota-Fapesp, esclarece que o acesso a essas ferramentas é de fundamental importância para a ciência brasileira, pois “permitirá, por exemplo, trabalhar com cenários de mudanças climáticas e as consequências disso na distribuição de espécies”. Além disso, a adesão traz um novo status para o Brasil e maior visibilidade aos acervos de museus, herbários e coleções brasileiras. “Essas informações ficam disponíveis para qualquer pessoa interessada em fazer pesquisa nessa área e não apenas a quem vai visitar as instituições”, explica Joly.

Ele lembra que o Brasil participou ativamente das discussões para a criação do GBIF, no fim dos anos 1990, e para a definição do modelo de informatização e gerenciamento da rede de dados. “O Biota-Fapesp foi criado na mesma época e todo o sistema de informação do Programa foi desenvolvido de forma a ser totalmente compatível e fácil de ser integrado ao GBIF”, finaliza Carlos Joly.

 
Fonte: Ministério do Meio Ambiente

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Porto Velho Transmissora de Energia S/A contrata Ecossis Soluções Ambientais para realizar Programas Ambientais em Rondônia

Subestação será responsável pela transmissão da energia gerada nas Usinas Hidrelétricas do Rio Madeira 

A Porto Velho Transmissora de Energia S/A contratou a Ecossis Soluções Ambientais para executar Programas Ambientais na Subestação Coletora Porto Velho, com o objetivo de mitigar os impactos ambientais produzidos pelo empreendimento, em Rondônia. A Subestação Coletora Porto Velho fica localizada às margens da BR-364 e faz parte do sistema de transmissão que interliga as Usinas Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O trabalho terá duração de 24 meses e contempla os seguintes Programas Ambientais: Programa de Controle Ambiental da Operação, Monitoramento do Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, Programa de Monitoramento de Fauna e atendimento do Plano de Trabalho para Monitoramento de Acidentes e Uso das Torres pela Avifauna e Mastofauna, Programa de Educação Ambiental e Programa de Ed. Ambiental em interface com o Programa de Monitoramento de Fauna, Programa de Comunicação Social, Monitoramento do Lençol Freático e Monitoramento por dois anos do plantio de mudas nas áreas urbanas.

Para dar inicio aos trabalhos, a bióloga Gabriela Fiori, o Diretor Técnico da Ecossis Juliano de Souza Moreira e a geógrafa Maria Isabel Galvão farão a primeira vistoria de campo no período de 03 a 07 de dezembro, para observar a área de estudo junto a linha de transmissão. Ainda em dezembro, o Diretor Técnico Juliano Moreira estará realizando entrevistas para a contratação de profissionais de Porto Velho e região, que possuam experiência nos programas que serão executados no empreendimento.

A equipe que será responsável pelas atividades é formada pelos biólogos Gustavo Leite, Juliano Moreira, Gabriela Fiori, Cássio Sartori e Camila Jaeger, as geógrafas Juliana Rodrigues e Maria Isabel Galvão, a geóloga Clarissa Morello e o acadêmico em gestão ambiental Emerson de Melo. Além dos profissionais que serão admitidos em Porto Velho, conforme as atividades exigirem.  
 
* Lenize Lopes

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ecossis Soluções Ambientais apoia projeto Cool City Maps com ação Cultural e Sustentável


A Ecosiss Soluções Ambientais promoverá no dia 10 de novembro (sábado), das 10hs às 12hs, uma ação cultural e sustentável para divulgação do projeto Cool City Maps, no parque Farroupilha, especificamente no Brique da Redenção. 

O projeto Cool City Maps é uma iniciativa da empresa Design Visivo e da Designer Visual Deni Corsino, que tem como objetivo divulgar os principais pontos culturais de Porto Alegre, ilustrados em um prático mapa de bolso. Além disso, os mapas contêm dicas e ações sustentáveis que visam valorizar a cidade e despertar a eco-consciência em iniciativas sustentáveis. 

Para divulgar o projeto Cool City Maps, a Ecossis montará um espaço especialmente para receber os visitantes, no Brique da Redenção, onde serão distribuídos os mapas de bolso e realizadas atividades interativas relacionadas ao meio ambiente, assim como doações de mudas de temperos e hortaliças.

O que: Ação Cultural e Sustentável de apoio ao projeto Cool City Maps 
Quando: 10 de novembro, sábado. 
Horário: Das 10hs às 12hs
Local: Parque Farroupilha, no Brique da Redenção

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Você Sabia?

A utilização de torneiras economizadoras como as de fechamento automático e as eletrônicas permitem uma redução de pelo menos 55% no consumo de água em relação às convencionais. 

Uma opção mais simples que a substituição das torneiras é a instalação de dispositivos arejadores. 

Estes dispositivos dão a sensação de uma maior vazão, mas fazem exatamente o contrário, reduzem-na. 

Fonte: Ecossis Soluções Ambientais

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ecossis apoia o Projeto Cool City Maps de Porto Alegre

  Mapas gratuitos apresentam a cidade de forma inovadora e sustentável

Uma iniciativa única no Brasil que visa valorizar cada centímetro de Porto Alegre é o objetivo do projeto Cool City Maps que será lançado a partir de outubro na cidade, e a Ecossis Soluções Ambientais fará parte desta ideia.

O projeto Cool City Maps foi desenvolvido pela empresa Design Visivo junto com a Designer Visual Denise Corsino e trata-se de um mapa temático, turístico e cultural das áreas mais atrativas da cidade, com dicas sustentáveis que beneficiem o ambiente em que se vive. “O projeto é uma ferramenta que comunica a cidade e direciona o usuário, com o propósito de agregar valor em sua vivência e experiência urbana”, acrescentou Corsino.

A 1º edição do projeto acontecerá de 01 de outubro a 31 dezembro de 2012, englobando sugestões de percursos a pé, indicações de biclicletários, túneis verdes, pontos de street art, pontos de wi-fi, e feiras do bairro, e será apresentado por meio de ações sustentáveis realizadas junto a Ecossis, apoiadora da iniciativa.

O Cool City Maps está online nas mídias sociais Twitter, Facebook e Wordpress. Basta seguir e curtir para ficar por dentro das novidades. As empresas que queiram engajar a iniciativa para próximas edições entrar em contato pelo e-mail coolcitymaps@gmail.com.

Os projetos socioambientais apoiados pela Ecossis Soluções Ambientais fazem parte do Programa de Responsabilidade Socioambiental da empresa, instituído desde 2007, com o intuito de incentivar e promover ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

As Empresas que tiverem interesse em saber mais sobre as ações que a Ecossis apoia e realiza, bem como os procedimentos que precisam realizar para que seus projetos sejam apoiados ou patrocinados, por favor, entrar em contato com responsabilidadesocioambiental@ecossis.com.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Ecossis elabora e executa Programa Socioambiental para Copel

Programa visa ampliar novos conceitos e valores na comunidade

A Copel Companhia Paranaense de Energia contratou a Ecossis Soluções Ambientais para a elaboração e execução do Programa de Educação Socioambiental da Pequena Central Hidrelétrica (PCH) Cavernoso II, junto aos municípios de Virmond e Candói, na região centro-sul do estado do Paraná.

O Programa Socioambiental é uma condicionante para o Licenciamento Ambiental, e integra o Plano Básico Ambiental (PBA) da PCH Cavernoso II, que tem o objetivo de mitigar o impacto ambiental causado pela implantação do empreendimento.
Conforme a Bióloga da Ecossis Camila Jaeger, para dar inicio as atividades do projeto, os técnicos já realizaram duas saídas a campo, uma em junho para conhecimento do local e outra em setembro para acertar os detalhes do evento de Abertura do Programa Socioambiental, que aconteceu no dia 14 de setembro de 2012 nas cidades referidas.

“No evento aconteceu uma palestra para os líderes das instituições públicas, professores e demais membros da comunidade, a fim de apresentar o empreendimento aos municípios, o Programa de Educação Socioambiental e cronograma de atividades” comentou Jaeger.

As atividades encerram-se em outubro de 2013, e o Programa tem previsão de encerramento em novembro de 2013. Fazem parte da equipe: os biólogos Gabriela Fiori, Cássio Sartori, Camila Jaeger e Márcia Berbert, a oceanógrafa e coordenadora do projeto Caroline Nascimento, as geógrafas Juliana Rodrigues e Maria Isabel Galvão, o educador socioambiental em História e filosofia Sergio Buco e o estagiário acadêmico de gestão ambiental Emerson de Melo. 
 
* Lenize Vargas

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

CONFERÊNCIA: INOVAÇÃO E ENERGIAS RENOVÁVEIS PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Programação Preliminar

Data: 19 de outubro

Objetivo: Estimular o desenvolvimento das cadeias produtivas das diferentes fontes de energias renováveis, incentivando investimentos. Promover a integração de instituições de pesquisas, agências de fomento e financiamento, e empresas públicas e privadas com o objetivo de impulsionar o financiamento de estudos e projetos na área de energias renováveis em prol do desenvolvimento do setor com produtividade.

09h00min - 09h25min
Abertura Oficial do Evento

Painel 01- Aspectos Técnicos, Políticos e Econômicos para a Expansão das Energias Renováveis 
Coordenadora: Jussara Maria Leite Mattuella - CIENTEC

09h25min - 9h50min
Palestra 01Fontes de Geração Elétrica no RS.

9h50min – 10h15min
Palestra 02 Rio Grande do Sul: um estado para investir.
Marcus Coester - Agência Gaúcha de Desenvolvimento e Promoção do Investimento - AGDI

10h15min – 10h30min
Debate
10h30min -10h45min
Coffee Break e& networking section

Painel 02 – Energia Eólica 
Coordenador: Prof.ª Eng. Mecânica Adriane Petry, Grupo Estudos Térmicos e Energéticos - GESTE/UFRGS

10h45min -11h10min
Palestra 03 Viabilidade técnica e econômica de empreendimentos de Energia Eólica no mundo.
Ing. Carlos Badano
Representando a Associação Argentina de Energia Eólica - AAEE

11h10 min - 11h35 min
Palestra 04 - A Indústria Brasileira de Aerogeradores
Eduardo Lopes - Diretor Wobben Windpower

11h35min -12h05min
Palestra 05 – Avanço da indústria para modelo Institucional brasileiro de prospecção eólica.
Júlio Passos – UFSC


12h05min -12h20min
Debate
12h20min -14h00min
Intervalo para Almoço

Painel 03 – Biomassa – Pequenas Centrais Témicas 
Coordenador: Gabriel M. Faé Gomes - Pesquisador da CIENTEC
 
14h00min -14h25min
Palestra 06 – O emprego da Caldeira Multicombustível para o aproveitamento de biomassas.
Leandro Dalla Zen – CIENTEC

14h25min -14h50min
Palestra 07 Biomassa: Energia Renovável & Negócio Rentável.
Ronaldo Hoffmann- Centro de Tecnologia da UFSM

14h50min -15h15min
Debate

Painel 04Biocombustíveis 
Coordenador: Dr. Luiz Antônio Mazzini Fontoura

15h15min -15h45min
Palestra 08 – Bioetanol Brasileiro: Oportunidades e Desafios para exercer liderança em uma Economia Verde
Marco Aurélio Pinheiro Lima – CTBE

15h45min - 16h15min
Palestra 9 – Produção de biodiesel – Gargalos e soluções
Sérgio Beltrão – Ubrabio

16h15min -16h30min
Debate
16h30min -16h50min
Coffee Break e& networking section

Painel 05- Energia Solar

Coordenador: Rodnei Gomes Pacheco - Pesquisador da CIENTEC

16h50min -17h20min
Palestra 10 Tecnologias Fotovoltáica
Arno Krenzinger - UFRGS

17h20min - 17h50min
Palestra 11 – Mercado Nacional e Internacional da Energia fotovoltáica
Arno Krenzinger – UFRGS e
D SC. Marcelo R. Sampaio – Chefe da Divisão de Projetos Especiais - CEEE

17h50min - 18h10min
Debate
18h10min - 18h30min
Agradecimentos e Considerações Finais

LOCAL: Centro Administrativo Fernando Ferrari (Porto Alegre)
Av. Borges de Medeiros, 1501
CEP: 90.119-900 - Porto Alegre/RS

VAGAS LIMITADAS

INSCRIÇÕES GRATUITAS ATRAVÉS DO E-MAIL: eventos@cientec.rs.gov.br 
Apoio: FAPERGS

Você sabe o que é a mata Ciliar?

O que é Mata Ciliar?

Mata ciliar é a formação vegetal localizada nas margens dos nos, córregos, lagos, represas e nascentes. Também é conhecida como mata de galeria, mata de várzea, vegetação ou floresta ripária. Considerada pelo Código Florestal Federal como "área de preservação permanente", com diversas funções ambientais, devendo respeitar uma extensão específica de acordo com a largura do rio, lago, represa ou nascente.

 

O que acontece sem a mata ciliar?  O uso das áreas naturais e do solo para a agricultura, pecuária, loteamentos e construção de hidrelétricas contribuiram para a redução da vegetação original, chegando em muitos casos na ausência da mata ciliar.
 
ESCASSEZ DA ÁGUA - A ausência da mata ciliar faz com que a água da chuva escoe sobre a superfície, não permitindo sua infiltração e armazenamento no lençol freático. Com isso, reduzem-se as nascentes, os córregos, os rios e os riachos.
 
EROSÃO E ASSOREAMENTO - A mata ciliar é uma proteção natural contra o assoreamento. Sem ela, a erosão das margens leva terra para dentro do rio, tornando-o barrento e dificultando a entrada da luz solar.
PRAGAS NA LAVOURA
A ausência ou a redução da mata ciliar pode provocar o aparecimento de pragas e doenças na lavoura e outros prejuízos econômicos às propriedades rurais.
 
QUALIDADE DA ÁGUA - A mata ciliar reduz o assoreamento dos rios, deixa a água mais limpa, facilitando a vida aquática.
 

IMPEDE A FORMAÇÃO DE CORREDORES NATURAIS - Essas áreas naturais possibilitam que as espécies, tanto da flora, quanto da fauna, possam se deslocar, reproduzir e garantir a biodiversidade da região.


Qual a diferença entre espécies nativas e espécies exóticas?
As espécies nativas são aquelas naturais de uma determinada região. A flora nativa, durante milhares de anos, vêm interagindo com o ambiente e, assim, passou por um rigoroso processo de seleção natural que gerou espécies geneticamente resistentes e adaptadas ao local onde ocorrem. Elas possuem um papel fundamental, pois controlam o excesso de água das chuvas no solo, evitam a perda de água dos rios e oceanos, gerenciam a filtração e a absorção de resíduos presentes na água, evita o escoramento e a erosão do solo, além de fornecerem alimentação e abrigo para agentes polinizadores. 

As espécies exóticas são aquelas introduzidas de outras regiões, como de outro país, por exemplo, não sofreram esse processo de seleção natural e, dessa forma, não servem de substituto ideal para a flora nativa, uma vez que não desempenham as mesmas funções dentro do ecossistema. As espécies exóticas são amplamente usadas com objetivos econômicos para a produção de celulose, por exemplo. Porém, é necessário ressaltar que um plano de manejo das espécies exóticas deve ser feito e tem fundamental importância para não deslocar as espécies nativas.

Para que preservar as Matas Ciliares?


- Reter/filtrar resíduos de agroquímicos evitando a poluição dos cursos d’água

- Proteger contra o assoreamento dos rios e evitar enchentes
- Formar corredores para a biodiversidade
- Recuperar a biodiversidade nos rios e áreas ciliares
- Conservar o solo
- Auxiliar no controle biológico das pragas
- Equilibrar o clima
- Melhorar a qualidade do ar, água e solo
- Manter a harmonia da paisagem
- Melhorar a qualidade de vida


Quais os danos ambientais decorrentes da redução da cobertura florestal e das matas ciliares?


- perda de qualidade da água

- erosão e perda de nutrientes do solo
- aumento de pragas das lavouras.
- assoreamento dos rios e enchentes
- alterações e desequilíbrios climáticos(chuva e aumento da temperatura)
- redução da atividade pesqueira


Legislação
- A mata ciliar é uma área de preservação permanente, que segundo o Código Florestal (Lei n.° 4.771/65) deve-se manter intocada, e caso esteja degradada deve-se prever a imediata recuperação.e. Essa lei já existe há 40 anos! Mas nem sempre foi cumprida.
 
Toda a vegetação natural (arbórea ou não) presente ao longo das margens dos rios, e ao redor de nascentes e de reservatórios, deve ser preservada. De acordo com o artigo 2° desta lei, a largura da faixa de mata ciliar a ser preservada está relacionada com a largura do curso d'água. A tabela apresenta as dimensões das faixas de mata ciliar em relação à largura dos rios, lagos, represas e nascentes.

Ecossis apoia Projeto Social de Pranchas de Surf Ecológicas

Iniciativa incentiva o surf de forma econômica e sustentável

A Ecossis Soluções Ambientais apoia o Projeto Social de Pranchas de Surf Ecológicas, do surfista porto-alegrense Jairo Lumertz, que ensina crianças da rede pública a produzir uma prancha ecológica, utilizando-se de garrafas pets.

A iniciativa é apresentada por meio de palestras educativas, e visa ensinar crianças a desenvolverem uma prancha ecologicamente correta, sensibilizando da importância da separação do lixo e incentivando o surf de forma econômica e de bem com a natureza.

Segundo Caroline Nascimento, oceanógrafa da filial Ecossis Paraná, a prancha ecológica é uma ótima ideia, “pois não agride o meio ambiente e oportuniza que muitas crianças aprendam um novo esporte”, acrescentou Nascimento.

O projeto já foi apresentado em diversas escolas de Garopaba SC e Porto Alegre RS, e pretende ampliar para outras escolas do Sul e Sudeste do Brasil. Interessados em conhecer mais sobre essa iniciativa, entrar em contato com Jairo no email jairolumertz@gmail.com.

* Lenize Lopes

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Como devo regar as plantas?


Evite encharquar demais o vaso
Aos olhos de quem nunca cuidou de plantas, regar parece uma tarefa óbvia, mas na prática ela exige alguns cuidados básicos. Mas esses cuidados são muito simples, e aqui vamos explicar para você.

Que horas devo regar?
Os melhores horários são de manhã e no fim da tarde (depois das 15h). Ao contrário do que muitos acreditam, regar ao meio-dia não cozinha as folhas. 


O que ocorre é que boa parte da água que jogamos se evapora ao meio-dia, pois é um horário muito quente.  À noite a planta absorve pouca água, e suas folhas demoram muito a secar. 


Para evitar o aparecimento de fungos, é melhor evitarmos regas à noite.

De quanto em quanto tempo regar? 

Cada dia a perda de água é completamente diferente do outro. Assim, regas regradas demais levam ao excesso ou falta de água em alguns dias. Algumas plantas precisam de regas mais freqüentes e outras menos. Verifique suas plantas a cada 2 dias. Se já estiver molhado, deixe para outra hora.

Água demais prejudica sua planta também. Por isso, mexa na terra com um palito ou com seu dedo. Veja se está seca ou úmida por baixo da superfície antes de regá-las.

Quanta água colocar? 
Evite encharcar a terra (existem exceções). Água demais “afoga” as raízes, que também precisam de ar, além de aumentar o aparecimento de fungos e doenças. Regue devagar, parando quando a água começar a demorar um pouco a entrar na terra, ou quando a água escorrer ao fundo de um vaso.

Molhar as folhas tem problema?
Depende da planta. Plantas de folhas sensíveis, como as violetas, não devem ter suas folhas molhadas
.
Molhar as folhas não é necessário, mas às vezes inevitável. Quando puder, aplique a água na base da planta ou em pratinhos, pois manter as folhas secas reduz a possibilidade de algumas doenças. 

No caso de pratinhos, evite mantê-los cheios d’água, pois isso é indício de excesso, e sempre coloque areia grossa, para evitar a proliferação do mosquito da dengue!

Fonte: Site Cultivando 

segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Simpósio Gaúcho das Águas será no dia 15 de outubro

A Assembleia Legislativa do RS, por meio do Fórum Democrático de Desenvolvimento Regional, promove no dia 15 de outubro, no Teatro Dante Barone, o Simpósio Gaúcho das Águas. 
 
Em pauta, o uso de água da chuva na construção civil e na agropecuária, a reutilização da água, a presença de contaminantes na água potável e o planejamento e gestão da água, entre outros assuntos.
 
Estarão presentes palestrantes da Organização das Nações Unidas (ONU), Agência Nacional de Águas (ANA), Universidade de Guadalajara e Associação Brasileira de Captação e Manejo da Água de Chuva, entre outros.
 
São esperadas cerca de 600 pessoas, entre especialistas, profissionais, acadêmicos e representantes de entidades das áreas de engenharia, arquitetura, agronomia, biologia, química e direito. Serão expedidos certificados de participação.
 

Inscrições pelo site www.al.rs.gov.br/forumdemocratico. Informações pelos fones (51)3210-2926 ou (51)3210-2972. 
 
Fonte:  Site - Assembleia Legislativa do RS

terça-feira, 2 de outubro de 2012

Ecossis apoia o Projeto Cool City Maps de Porto Alegre

Mapas gratuitos apresentam a cidade de forma inovadora e sustentável 

Uma iniciativa única no Brasil que visa valorizar cada centímetro de Porto Alegre é o objetivo do projeto Cool City Maps que será lançado a partir de outubro na cidade, e a Ecossis Soluções Ambientais fará parte desta ideia. 

O projeto Cool City Maps foi desenvolvido pela empresa Design Visivo junto com a Designer Visual Denise Corsino e trata-se de um mapa temático, turístico e cultural das áreas mais atrativas da cidade, com dicas sustentáveis que beneficiem o ambiente em que se vive. 

“O projeto é uma ferramenta que comunica a cidade e direciona o usuário, com o propósito de agregar valor em sua vivência e experiência urbana”, acrescentou Corsino. A 1º edição do projeto acontecerá de 01 de outubro a 31 dezembro de 2012, englobando sugestões de percursos a pé, indicações de biclicletários, túneis verdes, pontos de street art, pontos de wi-fi, e feiras do bairro, e será apresentado por meio de ações sustentáveis realizadas junto a Ecossis, apoiadora da iniciativa. 

O Cool City Maps está online nas mídias sociais Twitter, Facebook e Wordpress. Basta seguir e curtir para ficar por dentro das novidades. As empresas que queiram engajar a iniciativa para próximas edições entrar em contato pelo e-mail coolcitymaps@gmail.com

Os projetos socioambientais apoiados pela Ecossis Soluções Ambientais fazem parte do Programa de Responsabilidade Socioambiental da empresa, instituído desde 2007, com o intuito de incentivar e promover ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade. As Empresas que tiverem interesse em saber mais sobre as ações que a Ecossis apoia e realiza, bem como os procedimentos que precisam realizar para que seus projetos sejam apoiados ou patrocinados, por favor, entrar em contato com responsabilidadesocioambiental@ecossis.com.

* Lenize Vargas

quarta-feira, 19 de setembro de 2012

Arqueólogo da Ecossis encontra cemitério desativado há 73 anos na área da Barragem Arvorezinha em Bagé RS

Sítio trata-se de um cemitério tradicional familiar 

Arqueólogo da Ecossis descobriu um cemitério desativado há 73 anos durante um monitoramento arqueológico, no mês de julho, na área da Barragem da Arvorezinha no município de Bagé, no Rio Grande do sul. 

O cemitério é composto por alguns enterramentos simples, sem qualquer tipo de estrutura aparente em superfície, apenas com demarcação feita com tijolos. Outros com estrutura de enterramento de túmulos únicos e também coletivos. Além disso, possui um mausoléu com capacidade para nove indivíduos. 

O Sítio está localizado dentro da APP (Área de Preservação Permanente), distante da cota máxima de alague, o que ausenta a necessidade de intervenção arqueológica no local, conforme o arqueólogo André Loureiro, no qual encontrou o sitio. 

Segundo a arqueóloga da Ecossis Kelli Bisonhim, uma das datas de enterramento se deu em 1899, as demais datações não foram identificadas ainda, mas podem ou não ser mais antigas que esse enterramento. Além disso, dentre os demais sepultamentos, estão elencadas enterramentos adultos e túmulos infantis. Sendo que um dos enterramentos mais novos possui data de 1939. “Aparentemente esse cemitério pertence a uma família antiga de Bagé, na qual não podemos identificar”, acrescentou Bisonhim. 

Após a descoberta, o sítio foi demarcado e isolado para preservação, conforme procedimentos padrão pelo órgão vigente – IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). 

* Lenize Lopes

Conheça mais a Ecossis