segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

MMA inicia a distribuição de 500 mil exemplares do jornal que traz as principais informações sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente

Letícia Verdi/MMA
TINNA OLIVEIRA

Com o objetivo de mobilizar e sensibilizar a população para o tema dos resíduos sólidos, o Ministério do Meio Ambiente iniciou a distribuição de 500 mil exemplares do jornal que traz as principais informações sobre a 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente (CNMA). Esta quarta edição trará a discussão e implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que tem como um dos focos a meta de acabar com os lixões até 2014. Mais da metade dos municípios do Brasil ainda possuem esses precários depósitos a céu aberto. São 2.906 unidades que devem ser fechadas até 2014, segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

“Queremos criar um clima de mobilização da sociedade em torno da conferência para que a sociedade se aproprie dos instrumentos da política e ajude a melhorar a gestão dos resíduos sólidos”, afirma o diretor de Cidadania e Responsabilidade Socioambiental do Ministério do Meio Ambiente (MMA), Geraldo Vitor de Abreu. A expectativa é de que 200 mil pessoas possam participar presencialmente das conferências municipais, regionais, estaduais e da nacional. “Temos essa expectativa, pois o tema dessa conferência é peculiar, bem próximo à população”, explica.

O objetivo é construir as soluções para evitar o desperdício, reduzindo a produção de lixo nas cidades, com a participação de todas as partes envolvidas na questão. Um exemplo de atitude que a população pode tomar é organizar junto ao condomínio, bairro ou empresa uma ação para tratar a gestão dos resíduos sólidos de forma responsável, como a coleta seletiva. Apenas 14% dos municípios brasileiros realizam a coleta seletiva de lixo.

VOX POPULI

As etapas locais, além das conferências livres e virtuais, representam um espaço para o governo ouvir a população. Na etapa nacional todos os resultados das conferências locais serão discutidos pelos representantes eleitos. Em janeiro já começam as conferências livres (podem ser convocadas por associações comunitárias, síndicos ou moradores interessados) e virtuais (podem ser convocadas por qualquer grupo de pessoas ou representações governamentais interessados no debate que será realizado através da internet, videoconferência ou outros meios de comunicação virtual).

A 4ª Conferência Nacional de Meio Ambiente trabalhará os assuntos de produção e consumo sustentáveis, redução dos impactos ambientais e geração de emprego e renda, todos inseridos na Política Nacional de Resíduos Sólidos. Segundo a lei da política, a responsabilidade pela destinação adequada dos resíduos sólidos é compartilhada, ou seja, dos governos, empresas e toda sociedade.

DISTRIBUIÇÃO

O Ministério do Meio Ambiente enviará exemplares do jornal contendo essas e outras informações aos órgãos vinculados – Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Agência Nacional de Águas (ANA), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Jardim Botânico do Rio de Janeiro e Serviço Florestal Brasileiro (SFB). Serão enviados também para as secretarias estaduais de Meio Ambiente.

Para que esses jornais cheguem até a comunidade, estão sendo firmadas parcerias com empresas públicas e privadas para auxiliar na distribuição, tais como a Companhia Brasileira de Trens Urbanos (CBTU), a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), Associação Brasileira de Supermercados (Abras), rede de postos BR e Confederação Nacional do Transporte (CNT).
Fonte: Ministério do Meio Ambiente

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Brasil integra a Plataforma Internacional de Biodiversidade

País terá acesso à infraestrutura e à tecnologia para o compartilhamento de dados que contribuirão com a gestão da biodiversidade brasileira 

LUCIENE DE ASSIS

A partir de agora, o Brasil faz parte, como associado, da Plataforma Internacional de Informação sobre Biodiversidade (GBIF, na sigla em inglês), uma iniciativa global multilateral dedicada ao compartilhamento e disponibilização de dados sobre biodiversidade. Com isso, os arquivos brasileiros passam a integrar os dados de uma rede global que soma mais de 388 milhões de registros de espécies em mais de dez mil bancos de dados provenientes de 422 instituições.

A rede é composta por 58 países e 46 organizações que reúnem informações sobre a existência de espécies vegetais, animais e microrganismos registrados em herbários, museus, coleções zoológicas e microbianas, além de sistemas com dados de observação. Trata-se da maior iniciativa multilateral de acesso virtual a esse tipo de informação. A rede foi fundada em 2001 e tem sede em Copenhague, na Dinamarca.

Na América Latina, países como Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Cuba, México, Nicarágua, Peru e Uruguai já integram o GBIF. A adesão do Brasil garante ao país a participação plena na publicação de dados e de projetos de capacitação. No entanto, ainda não contribui financeiramente e não possui direito de voto no Conselho de Administração do GBIF. O país se comprometeu a realizar os passos necessários para ter participação votante em cinco anos.

COLEÇÕES HISTÓRICAS

O secretário de Biodiversidade e Florestas (SBF) do Ministério do Meio Ambiente, Roberto Cavalcanti, destaca que o GBIF está muito ligado ao conhecimento da nossa biodiversidade. “Essa adesão mostra a evolução do Brasil no cenário internacional, por ser um participante integral de uma das redes globais mais importantes de compartilhamento de informatizações sobre biodiversidade, que é uma via de mão dupla”, explica.

De acordo com o secretário, grande parte das coleções históricas sobre a diversidade biológica brasileira se encontra em museus e coleções internacionais, que refletem as grandes expedições científicas que vieram ao Brasil nos últimos 250 anos. “O próprio naturalista Charles Robert Darwin foi um dos cientistas eminentes que esteve no Brasil e fez coleções aqui. O GBIF nos dá acesso a informações oriundas dessas coleções e isso é fundamental para o planejamento da conservação”, exemplifica. 

A organização dos dados, no Brasil, ocorre por meio do Sistema de Informação sobre a Biodiversidade Brasileira (SIBBr), uma iniciativa do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI).

O país abriga 15% da biodiversidade do planeta. Existem mais de 5 milhões de registros de amostras coletadas ou observadas no país, dos quais 2,3 milhões estão georreferenciados (têm suas coordenadas conhecidas em sistema de referência, disponíveis em tempo real). Eles estão prontos para integrar o banco de dados da Plataforma GBIF, que atua de acordo com os princípios da Convenção da Diversidade Biológica (CDB).

A analista ambiental Keila Macfadem Juarez, do Ministério do Meio Ambiente, explica que a grande vantagem para o país com a adesão ao GBIF é “garantir o acesso à infraestrutura e à tecnologia desenvolvidas para a interoperabilidade de dados em biodiversidade”. A interoperabilidade é a capacidade de um sistema, informatizado ou não, se comunicar de forma transparente com outro sistema.

O MMA tem-se empenhado, por meio de parcerias de âmbito global, no desenvolvimento de protocolos e padrões em biodiversidade, de forma a garantir a integridade científica e a interoperabilidade dos dados. Destaca-se o investimento já realizado, nos primeiros dez anos desta plataforma, de cerca de 300 milhões de euros. E algumas iniciativas já realizadas pelo MMA, como a de "Áreas Prioritárias para a Biodiversidade", ganharão agilidade com a existência de uma plataforma que integre os dados de diversos pesquisadores.

ACERVOS ABERTOS

Os dados do MMA farão parte dessa plataforma brasileira. Além disso, o GBIF desenvolveu ferramentas de análises dos dados que possibilitam, por exemplo, avaliar o impacto ambiental para espécies em determinada região, ou determinar a distribuição potencial de espécies ameaçadas. Essas e outras análises são essenciais na gestão da biodiversidade.

Carlos Alfredo Joly, coordenador do Programa Biota-Fapesp, esclarece que o acesso a essas ferramentas é de fundamental importância para a ciência brasileira, pois “permitirá, por exemplo, trabalhar com cenários de mudanças climáticas e as consequências disso na distribuição de espécies”. Além disso, a adesão traz um novo status para o Brasil e maior visibilidade aos acervos de museus, herbários e coleções brasileiras. “Essas informações ficam disponíveis para qualquer pessoa interessada em fazer pesquisa nessa área e não apenas a quem vai visitar as instituições”, explica Joly.

Ele lembra que o Brasil participou ativamente das discussões para a criação do GBIF, no fim dos anos 1990, e para a definição do modelo de informatização e gerenciamento da rede de dados. “O Biota-Fapesp foi criado na mesma época e todo o sistema de informação do Programa foi desenvolvido de forma a ser totalmente compatível e fácil de ser integrado ao GBIF”, finaliza Carlos Joly.

 
Fonte: Ministério do Meio Ambiente

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Porto Velho Transmissora de Energia S/A contrata Ecossis Soluções Ambientais para realizar Programas Ambientais em Rondônia

Subestação será responsável pela transmissão da energia gerada nas Usinas Hidrelétricas do Rio Madeira 

A Porto Velho Transmissora de Energia S/A contratou a Ecossis Soluções Ambientais para executar Programas Ambientais na Subestação Coletora Porto Velho, com o objetivo de mitigar os impactos ambientais produzidos pelo empreendimento, em Rondônia. A Subestação Coletora Porto Velho fica localizada às margens da BR-364 e faz parte do sistema de transmissão que interliga as Usinas Hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio ao Sistema Interligado Nacional (SIN).

O trabalho terá duração de 24 meses e contempla os seguintes Programas Ambientais: Programa de Controle Ambiental da Operação, Monitoramento do Programa de Recuperação de Áreas Degradadas, Programa de Monitoramento de Fauna e atendimento do Plano de Trabalho para Monitoramento de Acidentes e Uso das Torres pela Avifauna e Mastofauna, Programa de Educação Ambiental e Programa de Ed. Ambiental em interface com o Programa de Monitoramento de Fauna, Programa de Comunicação Social, Monitoramento do Lençol Freático e Monitoramento por dois anos do plantio de mudas nas áreas urbanas.

Para dar inicio aos trabalhos, a bióloga Gabriela Fiori, o Diretor Técnico da Ecossis Juliano de Souza Moreira e a geógrafa Maria Isabel Galvão farão a primeira vistoria de campo no período de 03 a 07 de dezembro, para observar a área de estudo junto a linha de transmissão. Ainda em dezembro, o Diretor Técnico Juliano Moreira estará realizando entrevistas para a contratação de profissionais de Porto Velho e região, que possuam experiência nos programas que serão executados no empreendimento.

A equipe que será responsável pelas atividades é formada pelos biólogos Gustavo Leite, Juliano Moreira, Gabriela Fiori, Cássio Sartori e Camila Jaeger, as geógrafas Juliana Rodrigues e Maria Isabel Galvão, a geóloga Clarissa Morello e o acadêmico em gestão ambiental Emerson de Melo. Além dos profissionais que serão admitidos em Porto Velho, conforme as atividades exigirem.  
 
* Lenize Lopes

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Ecossis Soluções Ambientais apoia projeto Cool City Maps com ação Cultural e Sustentável


A Ecosiss Soluções Ambientais promoverá no dia 10 de novembro (sábado), das 10hs às 12hs, uma ação cultural e sustentável para divulgação do projeto Cool City Maps, no parque Farroupilha, especificamente no Brique da Redenção. 

O projeto Cool City Maps é uma iniciativa da empresa Design Visivo e da Designer Visual Deni Corsino, que tem como objetivo divulgar os principais pontos culturais de Porto Alegre, ilustrados em um prático mapa de bolso. Além disso, os mapas contêm dicas e ações sustentáveis que visam valorizar a cidade e despertar a eco-consciência em iniciativas sustentáveis. 

Para divulgar o projeto Cool City Maps, a Ecossis montará um espaço especialmente para receber os visitantes, no Brique da Redenção, onde serão distribuídos os mapas de bolso e realizadas atividades interativas relacionadas ao meio ambiente, assim como doações de mudas de temperos e hortaliças.

O que: Ação Cultural e Sustentável de apoio ao projeto Cool City Maps 
Quando: 10 de novembro, sábado. 
Horário: Das 10hs às 12hs
Local: Parque Farroupilha, no Brique da Redenção

terça-feira, 30 de outubro de 2012

Você Sabia?

A utilização de torneiras economizadoras como as de fechamento automático e as eletrônicas permitem uma redução de pelo menos 55% no consumo de água em relação às convencionais. 

Uma opção mais simples que a substituição das torneiras é a instalação de dispositivos arejadores. 

Estes dispositivos dão a sensação de uma maior vazão, mas fazem exatamente o contrário, reduzem-na. 

Fonte: Ecossis Soluções Ambientais

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Ecossis apoia o Projeto Cool City Maps de Porto Alegre

  Mapas gratuitos apresentam a cidade de forma inovadora e sustentável

Uma iniciativa única no Brasil que visa valorizar cada centímetro de Porto Alegre é o objetivo do projeto Cool City Maps que será lançado a partir de outubro na cidade, e a Ecossis Soluções Ambientais fará parte desta ideia.

O projeto Cool City Maps foi desenvolvido pela empresa Design Visivo junto com a Designer Visual Denise Corsino e trata-se de um mapa temático, turístico e cultural das áreas mais atrativas da cidade, com dicas sustentáveis que beneficiem o ambiente em que se vive. “O projeto é uma ferramenta que comunica a cidade e direciona o usuário, com o propósito de agregar valor em sua vivência e experiência urbana”, acrescentou Corsino.

A 1º edição do projeto acontecerá de 01 de outubro a 31 dezembro de 2012, englobando sugestões de percursos a pé, indicações de biclicletários, túneis verdes, pontos de street art, pontos de wi-fi, e feiras do bairro, e será apresentado por meio de ações sustentáveis realizadas junto a Ecossis, apoiadora da iniciativa.

O Cool City Maps está online nas mídias sociais Twitter, Facebook e Wordpress. Basta seguir e curtir para ficar por dentro das novidades. As empresas que queiram engajar a iniciativa para próximas edições entrar em contato pelo e-mail coolcitymaps@gmail.com.

Os projetos socioambientais apoiados pela Ecossis Soluções Ambientais fazem parte do Programa de Responsabilidade Socioambiental da empresa, instituído desde 2007, com o intuito de incentivar e promover ações que contribuam para o desenvolvimento sustentável da sociedade.

As Empresas que tiverem interesse em saber mais sobre as ações que a Ecossis apoia e realiza, bem como os procedimentos que precisam realizar para que seus projetos sejam apoiados ou patrocinados, por favor, entrar em contato com responsabilidadesocioambiental@ecossis.com.

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