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sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Banco Mundial disponibiliza US$ 15,9 milhões para proteção da Amazônia

O Banco Mundial anunciou nesta quinta-feira (23) que disponibilizará ao governo federal o montante de US$ 15,9 milhões para que uma área de 135 mil km² da Amazônia (equivalente a mais de três vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro) seja protegida nos próximos quatro anos.

O montante veio do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), e será empregado no projeto Áreas Protegidas da Amazônica (Arpa), voltado para a criação de parques, reservas biológicas, estações ecológicas, reservas de extração e centros de desenvolvimento sustentáveis no bioma amazônico.

A conservação da floresta, segundo o Banco Mundial, ajudará a evitar emissões de carbono presente no solo da floresta – considerado um dos principais sumidouros do mundo (a floresta concentraria 30% de todo carbono do mundo, cerca de 100 bilhões de toneladas.

Aproximadamente 45% das emissões de carbono provenientes do Brasil vêm da mudança do uso da terra e desmatamento. A verba será também aplicada na manutenção das áreas que já se encontram preservadas.
Fonte: G1

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

Projeto de REDD no Quênia adquire créditos voluntários

Pela primeira vez uma iniciativa de Redução de Emissões por Desmatamento e Degradação conquista créditos de carbono para negociar nos mercados. O conceito básico por trás do REDD é simples: projetos em países detentores de florestas recebem apoio de nações ricas ou de instituições para evitar o desmatamento e as emissões de gases do efeito estufa decorrentes da degradação ambiental.

O feito foi conseguido pelo "Kasigau Corridor REDD project", da consultoria norte-americana Wildlife Works Carbon, que recebeu nesta semana as primeiras Unidades de Carbono Voluntário (VCUs, em inglês) da Voluntary Carbon Standard (VCS). “Este projeto prova que o REDD pode incentivar comunidades a transformar suas rotinas para evitar o desmatamento”, reconhece Antoniolo. O projeto receberá 1,45 milhões de VCUs em seus primeiros seis anos e é estimado que reduza em seis milhões de toneladas as emissões durante os 30 anos de sua duração. Cerca de 20% dessas VCUs serão apenas guardadas para servirem como garantia de segurança, o restante será registrado no Markit Environmental Registry para serem negociadas.

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