quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Brasil vai sediar comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente

O Brasil sediará as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado no dia 5 de junho. O tema deste ano será "Economia Verde: Ela te inclui?".

O anúncio foi feito na quarta-feira (22) em Nairobi (Quênia), onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reuniu-se com o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner.

As comemorações vão ocorrer três semanas antes de o Brasil sediar a Rio+20, encontro que vai discutir os progressos do desenvolvimento sustentável nos últimos 20 anos, além dos futuros desafios para o meio ambiente.

Há duas décadas, o Brasil sediou as comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, durante a Cúpula da Terra.
Fonte: Exame

7 tecnologias verdes futuristas para sua casa

Planta sorri quando bem tratada


O designer JunyiHeo criou um vaso inteligente que mede as condições do solo, temperatura e umidade e, a partir de cálculos, verifica se está tudo em ordem com a muda. O resultado é expresso em uma tela LCD por meio de pictogramas em formato de carinhas que manifestam satisfação ou insatisfação. A planta também “sorri” quando é regada ou “entristece” para avisar ao exagerado que já tem mais água do que precisa.





Pia com aquário promove economia de água


o designer chinês Yan Lu criou o "Poor Little Fishbowl Sink", uma pia que utiliza um aquário com peixe vivo para estimular, emocionalmente, o consumo consciente. 

Sempre que a torneira é aberta para atividades comuns, como escovar os dentes e lavar as mãos, o volume de água do aquário acoplado à pia diminui, o que ameaça a sobrevivência do peixe.

A água que sai da torneira não é a mesma do aquário, que contém alimentos e dejetos do animal marinho; elas estão separadas por um filtro.

O projeto possui um dispositivo que limita até certo ponto a saída de água do aquário para que o peixe não morra, no caso, por exemplo, de alguém deixar a torneira aberta por muito tempo. 


Chuveiro ecológico filtra água

Eco-chuveiro Phyto Purificação é ideal para reproduzir a sensação de uma “ducha” no meio da natureza. Ele possui um sistema hidráulico especial capaz de reciclar e regenerar a água residual através de um jardim no box, onde cada parte desempenha um papel na limpeza da água. 

A areia onde as mudas são plantadas funciona como um filtro inicial, por onde o líquido passa antes de chegar às raízes, responsáveis pela retirada dos metais pesados e bactérias. Por fim, a água fica livre de qualquer impureza remanescente ao passar por um filtro de carbono.


Que tal uma janela-jardim no apartamento?

 



O projeto “Plant Window” é uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão, e que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.



Ligado na consciência “verde”

 


 




O americano Andrew Harmon da Universidade de Michigan desenvolveu uma série de interruptores e tomadas inovadores com folhas, musgo e pequenas flores. Apesar de realista, a cobertura é feita de material artificial. A ideia da coleção batizada de “Growth Plate” é espalhar o recado “verde” pela casa, nos lembrando que a natureza sofre os efeitos de nossas ações, mesmo as mais A ideia é bem simples: no lugar do saco de polietileno comum, entram camadas de sacolas feitas de papel.




O ideal segundo seus criadores, os designers italianos Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, é que só sejam descartados na lixeira ecológica batizada de Fabriano o chamado lixo sólido, como embalagens plásticas, vidro, papelão e outros materiais que podem ser reciclados. O cesto também pode ser utilizado em escritórios, para descarte de papel.






O Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.
O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.

Fonte: Exame

Cientistas conseguem ressuscitar flor da Era do Gelo

Planta foi ressuscitada a partir do fóssil de um fruto 
Pesquisadores russos conseguiram ressuscitar uma flor já extinta a partir dos tecidos congelados por mais de 30 mil anos no gelo permanente da Sibéria. A Silene stenophylla é a planta mais antiga a ser regenerada e, de acordo com os cientistas, ela é fértil, produz flores brancas e sementes viáveis.

Pesquisadores canadenses já haviam conseguido reavivar plantas muito mais novas que a S.stenophylla a partir de sementes. O estudo russo, no entanto, reafirmou que o tecido pode ser conservado no gelo por dezenas de milhares de anos, abrindo caminho para uma possível ressurreição de mamíferos da Era do Gelo.

O experimento comprova que o gelo permanente serve como um depósito natural de antigas formas de vida, afirmam os pesquisadores que publicaram os resultados do estudo nesta terça-feira (21) no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences.

Svetlana Yashina, do Instituto de Biofísica Celular da Academia Russa de Ciências, que liderou o trabalho de regeneração dos tecidos, afirmou que a planta ressuscitada se parece muito com sua versão moderna, que continua a crescer na mesma área da Sibéria.

Os pesquisadores conseguiram recuperar o fruto da planta depois de investigar dezenas de fósseis escondidos em depósitos de gelo, na margem do rio Kolyma no nordeste da Sibéria, os sedimentos datam 30.000 a 32.000 anos.

Os sedimentos foram firmemente colados e, muitas vezes totalmente preenchidos com gelo, tornando impossível qualquer infiltração de água – o que criou uma câmara de congelamento natural, completamente isolada da superfície. 
Fonte: Primeira Edição

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Agricultura usa 92% da água doce do planeta

Imagem/google
Brasil é o quarto maior consumidor de água do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos, China e Índia

Pesquisadores afirmam que a agricultura, nos moldes de hoje, consome 92% da água no planeta, o que transforma a produção de alimentos e outros produtos em algo insustentável. O alerta foi dado pelo holandês Arjen Y. Hoekstra, criador da pegada hídrica - , indicador que mede o uso direto e indireto da água doce para se obter um produto alimentício ou qualquer outro bem consumível.

De acordo com o estudo de Hoekstra, publicado no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), uma pessoa consome, em média, 4.000 litros, de água por dia, incluindo toda a água necessária para a produção de alimentos e bens de consumo. No entanto, de acordo com estudo publicado esta semana, o consumo varia muito de país para país.

Entre as disparidades está no fato de um americano consumir mais do que o dobro da média global, enquanto que habitantes da China e Índia consomem pouco mais de 1000 litros. A pegada de água do consumidor médio é determinada principalmente pelo consumo de cereais (27%), carne (22%) e produtos lácteos (7%). O Brasil é o quarto maior consumidor de água – o brasileiro consome em média 3.780 litros de água por dia -, e também o quarto exportador de bens que mais necessitam de água.

A "pegada Hídrica da humanidade" mostra ainda que há a importação e exportação virtual da água. Um consumidor holandês, por exemplo, ao comprar uma camisa feita com algodão e produzida fora da Holanda, usa a água do país de produção.

Os pesquisadores também esperam ver uma mudança drástica no consumo na China, que depende cada vez mais de terras agrícolas, por exemplo, da África. Isto levará a importação muito maior de água. De a cordo com o estudo, estes são todos os indicadores claros de que a escassez de água não é um problema local, mas deve ser visto de uma perspectiva global.
Fonte: Primeira Edição

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Ecossis busca Licenciamento Ambiental para a Prefeitura de Arroio Grande

O Aterro é importante no tratamento dos resíduos da cidade 

A Ecossis foi contratada pela Prefeitura de Arroio Grande, no Rio Grande do Sul, para realizar o processo de licenciamento de uma nova área de deposito de resíduos da construção civil no município.

A geóloga da Ecossis, Patricia Zacca, irá realizar a primeira fase do licenciamento ambiental. Nesse processo, serão feitas vistorias na área do empreendimento para elaborar o laudo requerido pelo órgão licenciador para se obter a licença prévia.

O novo aterro está localizado próximo ao atual aterro de resíduos sólidos urbanos do município e será uma nova alternativa para o destino final de resíduos da construção civil. De acordo com Zacca, “isso permitirá um armazenamento seguro em termos de controle de poluição ambiental e proteção à saúde pública”.
* Lenize Lopes

7 motivos para beber água

Imagem:google
Quer uma receita infalível para ter uma pele mais firme e hidratada, manter o intestino regulado, evitar problemas oculares, fugir do envelhecimento, garantir a saúde dos rins, facilitar a digestão e ainda perder peso? 

Então anote aí: invista no consumo de pelo menos dois litros de água todos os dias. Veja os principais benefícios e por que vale a pena não deixar o líquido faltar na sua dieta

1. Ajuda a emagrecer

Muitas pessoas confundem as sensações de sede e fome. Por isso, a dica é beber um copo de água antes de comer. Com essa sensação aliviada, a pessoa ingere uma quantidade menor de comida durante as refeições e isso ajuda a manter – e até perder – peso. O ideal é optar pela água gelada, já que, para ser absorvida, ela exige que o organismo a aqueça, gastando calorias.

2. Deixa o intestino calibrado

No intestino, a água é fundamental para hidratar as fibras dos alimentos ingeridos, formando um gel que aumenta o volume do bolo fecal. Isso regulariza o funcionamento do intestino e ajuda para que as fezes sejam eliminadas com mais facilidade. A falta de líquidos leva à prisão de ventre. As fezes acumuladas no corpo liberam radicais livres, que minam o sistema imunológico.

3.Mantém a pele firme e hidratada

A água é responsável por levar nutrientes até a pele e diluir as toxinas que devem ser eliminadas com a urina e o suor. Sem água suficiente, a pele fica sem os benefícios dos sais minerais e vitaminas ingeridos e as toxinas se acumulam, deixando-a seca, flácida, quebradiça e com menos brilho.

4. Evita problemas oculares

Os olhos são compostos, em grande parte, por água. Sem ela, o globo ocular fica desidratado e tem sinais de ressecamento. Com a quantidade e a qualidade adequadas das lágrimas, os olhos ficam mais protegidos no caso de contato com bactérias, ciscos e vírus, evitando lesões, infecções e inflamações, inclusive conjuntivite.

5. Facilita a absorção de nutrientes

Por deixar o sangue mais fluido, a água ajuda no transporte dos nutrientes até os tecidos e facilita a absorção de vitaminas e sais minerais nas células. As vitaminas C e do complexo B, por exemplo, são hidrossolúveis – absorvidas a partir do contato com a água. Sem ela, esses nutrientes não são sintetizados adequadamente e o organismo pode sofrer com a falta de vitaminas.

6. Auxilia o trabalho dos rins

Sem a quantidade suficiente de água, o sangue fica denso e viscoso, o que dificulta o trabalho de filtragem dos rins. Com isso, o processo de limpeza do sangue fica comprometido, o organismo não consegue eliminar as toxinas necessárias, que se acumulam e os rins ficam sobrecarregados, facilitando o aparecimento de infecções urinárias e pedras e cálculos renais.

7. Protege os dentes

Pessoas que tomam poucos líquidos produzem menos saliva, o que deixa a boca ressecada e dificulta a mastigação e a deglutição, comprometendo a digestão. A água ainda ajuda a conservar a saúde bucal e diminui o risco de aparecimento de cáries.

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Líquidos

Em alguns casos, os líquidos podem ser vilões para o organismo e comprometer a hidratação. Veja o que entra no cálculo e o que é vetado:

Entra no cálculo

Água

Água de coco

Sucos naturais

Chás de ervas sem açúcar

Ajuda, mas não entra no cálculo

Saladas

Sopas ou caldos

Leite

Vetado

Refrigerantes

Sucos industrializados

Chá preto ou mate

Águas saborizadas

Bebidas alcoólicas

Café

Isotônicos

35 ml por quilo de peso

Essa é a medida certa de água que cada pessoa deve tomar todos os dias. Segundo esse cálculo, quem tem 60 quilos precisa ingerir 2,1 litros diariamente para se manter hidratado. Para saber se a quantidade está adequada, a dica é ficar de olho na cor da urina. Se ela está muito escura e tem cheiro forte demais, está na hora de aumentar o consumo.
Fonte: JMA

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

Descoberta nova espécie de borboleta em Flona do Rio Grande do Sul

Uma nova espécie de borboleta foi descoberta na Floresta Nacional (Flona) de São Francisco de Paula, unidade de conservação federal gerida pelo Instituto Chico Mendes no Rio Grande do Sul. O nome – Prenda clarissa – é uma homenagem ao escritor gaúcho Erico Veríssimo.

A borboleta possui quarto centímetros de asa a asa, sendo estas mais arredondadas que as das outras espécies do mesmo grupo. Na parte de cima, ela é toda marron. Os ocelos (marcas em forma de pequenos olhos) ficam na parte de baixo das asas e possuem número e distribuição bem característica. Um artigo na Neotropical Entomology, revista da Sociedade Entomológica do Brasil, faz o anúncio da descoberta.

O histórico de registros na Flona ultrapassa 15 mil indivíduos, distribuídos em 300 espécies pertencentes a seis famílias de borboletas. Dentre elas, 13 são novos registros para o Rio Grande do Sul e 139 para a floresta ombrófila mista e campos de cima da serra, ecossistemas predominantes na unidade.

Pelo menos três espécies novas foram descobertas, uma delas ainda em processo de descrição. Entre os registros, estão espécies raras, endêmicas e indicadoras de ambientes merecedores de atenção especial para a conservação.

Os resultados são frutos do trabalho de um grupo de pesquisadores do Laboratório de Ecologia de Insetos do Departamento de Zoologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS), que estudou detalhadamente três espécies que estavam sendo descritas com exemplares coletados na floresta.

O pesquisador doutor em Biologia Animal pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2003) Cristiano Agra Iserhard, a pesquisadora e mestre em Biologia Animal pela UFRS Marina Todeschini de Quadros e a bióloga Jessie Pereira dos Santos trabalharam na estrutura, distribuição e composição de borboletas em diferentes formações na Mata Atlântica do Rio Grande do Sul.

FLONA – Considerada um dos maiores remanescentes de Floresta Atlântica brasileira, a Flona de São Francisco de Paula protege formações de Floresta Ombrófila Mista e Campos de Cima da Serra.

Os primeiros registros feitos por pesquisadores datam de 1958/1959 quando foram feitas as primeiras coletas na Estação Florestal dos Morrinhos, administrada pelo Instituto Nacional do Pinho. Tais exemplares inclusive estão tomabdos e integram a Coleção de Lepidoptera do Departamento de Zoologia da UFRS.

Em 1999 tais insetos voltaram a ser estudados já na Floresta Nacional de São Francisco de Paula, com maior ênfase nos últimos cinco anos. O objetivo das pesquisas que vêm sendo realizadas na Unidade é reunir o máximo de dados sobre a ocorrência e distribuição de borboletas formando um panorama o mias completo possível sobre a diversidade de espécies na floresta ombrófila mista e campos de cima da serra.

ESPÉCIES DESCOBERTAS – Dismorphia melia e Dismorphia crisia – ambas da família Pieridae e Hyallena pascua – da família Nynphalida são consideradas indicadoras de ambientes bem preservados.

A primeira foi registrada 26 vezes e a segunda seis vezes e estavam associadas tanto a trilhas com reflorestamento de araucárias quanto à mata nativa. A terceira foi registrada uma única vez no interior de uma trilha de mata de reflorestamento de araucária, sendo mais comum em matas primárias e secundárias entre 800 e 1700 metros de altitude.

Weymer (1894) registrou um único exemplar de Brevianta celelata. Desde então, esta espécie não havia sido mais registrada no Rio Grande do Sul. Ela foi reencontrada após mais de cem anos na Flona São Francisdo de Paula.

A espécie Dynastor napoleon, da família Nynphalidae e pertencente a guilda de borboletas frugívoras, teve um registro em 1959 sendo novamente registrada em 2010, após mais de 50 anos. Ela é associada a ambientes de altitude elevada e indicadora de que os ambientes estão preservados. Esta espécie consta no Livro Vermelho de Espécies Ameaçadas de extinção do Rio de Janeiro.
Fonte: ICMBio

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