quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Ecossis conclui Projeto de Sinalização para o ICMBio

Projetos de Sinalização orientam os visitantes das Unidades de Conservação

A Ecossis Soluções Ambientais concluiu o Projeto de Avaliação do Estado de Conservação da Sinalização do Parque Nacional de Ubajara, para o ICMBio, no Ceará.

Para a execução do estudo, a equipe da Ecossis formada pelo biólogo Cássio Sartori e o Diretor Técnico Juliano Moreira, percorreu todas as áreas funcionais do local para verificar a presença ou ausência da sinalização descrita no antigo plano de manejo do parque.

De acordo com Sartori, para realizar a análise das placas foram estabelecidos indicadores de deterioração observando as características de cada estrutura constituinte da placa.

“A sinalização em áreas ambientalmente protegidas possui diferentes objetivos, podem ser utilizadas para orientar e informar, além de cumprir um papel importante na interpretação e educação ambiental dos visitantes” acrescentou Sartori.

O Parque Nacional de Ubajara situa-se a noroeste do Estado do Ceará, abrange os municípios de Ubajara, Tianguá e Frecheirinha, e é considerado uma Unidade de Proteção Integral pelo Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC).
* Lenize Lopes

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

Bicudinho-do-brejo está sob ameaça de extinção

Ameaçado de extinção, o Bicudinho-do-brejo (Stymphalornis acutirostris) é uma espécie restrita à planície litorânea de parte do litoral do Paraná e do litoral norte de Santa Catarina.

A espécie vive na vegetação herbácea-arbustiva. Usa os galhos mais baixos para se deslocar. Possui limitada capacidade de voo. É insetívoro e territorialista. Seu ninho é construído na forma de cesta com palha e outras fibras vegetais. Em geral, a fêmea põe dois ovos a cada ninhada.
Fonte: Terra

Banco Mundial disponibiliza US$ 15,9 milhões para proteção da Amazônia

O Banco Mundial anunciou nesta quinta-feira (23) que disponibilizará ao governo federal o montante de US$ 15,9 milhões para que uma área de 135 mil km² da Amazônia (equivalente a mais de três vezes o tamanho do estado do Rio de Janeiro) seja protegida nos próximos quatro anos.

O montante veio do Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF, na sigla em inglês), e será empregado no projeto Áreas Protegidas da Amazônica (Arpa), voltado para a criação de parques, reservas biológicas, estações ecológicas, reservas de extração e centros de desenvolvimento sustentáveis no bioma amazônico.

A conservação da floresta, segundo o Banco Mundial, ajudará a evitar emissões de carbono presente no solo da floresta – considerado um dos principais sumidouros do mundo (a floresta concentraria 30% de todo carbono do mundo, cerca de 100 bilhões de toneladas.

Aproximadamente 45% das emissões de carbono provenientes do Brasil vêm da mudança do uso da terra e desmatamento. A verba será também aplicada na manutenção das áreas que já se encontram preservadas.
Fonte: G1

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

Brasil vai sediar comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente

O Brasil sediará as comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, lembrado no dia 5 de junho. O tema deste ano será "Economia Verde: Ela te inclui?".

O anúncio foi feito na quarta-feira (22) em Nairobi (Quênia), onde a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, reuniu-se com o diretor-executivo do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, Achim Steiner.

As comemorações vão ocorrer três semanas antes de o Brasil sediar a Rio+20, encontro que vai discutir os progressos do desenvolvimento sustentável nos últimos 20 anos, além dos futuros desafios para o meio ambiente.

Há duas décadas, o Brasil sediou as comemorações pelo Dia Mundial do Meio Ambiente, durante a Cúpula da Terra.
Fonte: Exame

7 tecnologias verdes futuristas para sua casa

Planta sorri quando bem tratada


O designer JunyiHeo criou um vaso inteligente que mede as condições do solo, temperatura e umidade e, a partir de cálculos, verifica se está tudo em ordem com a muda. O resultado é expresso em uma tela LCD por meio de pictogramas em formato de carinhas que manifestam satisfação ou insatisfação. A planta também “sorri” quando é regada ou “entristece” para avisar ao exagerado que já tem mais água do que precisa.





Pia com aquário promove economia de água


o designer chinês Yan Lu criou o "Poor Little Fishbowl Sink", uma pia que utiliza um aquário com peixe vivo para estimular, emocionalmente, o consumo consciente. 

Sempre que a torneira é aberta para atividades comuns, como escovar os dentes e lavar as mãos, o volume de água do aquário acoplado à pia diminui, o que ameaça a sobrevivência do peixe.

A água que sai da torneira não é a mesma do aquário, que contém alimentos e dejetos do animal marinho; elas estão separadas por um filtro.

O projeto possui um dispositivo que limita até certo ponto a saída de água do aquário para que o peixe não morra, no caso, por exemplo, de alguém deixar a torneira aberta por muito tempo. 


Chuveiro ecológico filtra água

Eco-chuveiro Phyto Purificação é ideal para reproduzir a sensação de uma “ducha” no meio da natureza. Ele possui um sistema hidráulico especial capaz de reciclar e regenerar a água residual através de um jardim no box, onde cada parte desempenha um papel na limpeza da água. 

A areia onde as mudas são plantadas funciona como um filtro inicial, por onde o líquido passa antes de chegar às raízes, responsáveis pela retirada dos metais pesados e bactérias. Por fim, a água fica livre de qualquer impureza remanescente ao passar por um filtro de carbono.


Que tal uma janela-jardim no apartamento?

 



O projeto “Plant Window” é uma janela capaz de abrigar um jardim inteiro, do teto ao chão, e que funciona como uma cortina que filtra a luz e ainda garante um toque verde ao ambiente. A ideia segundo seus criadores, os designers Jianxing Cai, Chao Chen, Qi Wang, & Jiang Wu, é mudar a visão rotineira que os moradores costumam ter da rua (ou do prédio vizinho), dando lugar a uma paisagem natural.



Ligado na consciência “verde”

 


 




O americano Andrew Harmon da Universidade de Michigan desenvolveu uma série de interruptores e tomadas inovadores com folhas, musgo e pequenas flores. Apesar de realista, a cobertura é feita de material artificial. A ideia da coleção batizada de “Growth Plate” é espalhar o recado “verde” pela casa, nos lembrando que a natureza sofre os efeitos de nossas ações, mesmo as mais A ideia é bem simples: no lugar do saco de polietileno comum, entram camadas de sacolas feitas de papel.




O ideal segundo seus criadores, os designers italianos Riccardo Nannini, Domenico Orefice e Emanuele Pizzolorusso, é que só sejam descartados na lixeira ecológica batizada de Fabriano o chamado lixo sólido, como embalagens plásticas, vidro, papelão e outros materiais que podem ser reciclados. O cesto também pode ser utilizado em escritórios, para descarte de papel.






O Centro de Arquitetura, Ciência e Tecnologia (Case), em Nova York desenvolveu uma parede ecológica que ajuda a melhorar a qualidade do ar e o clima nos escritórios e outros ambientes internos. A técnica baseia-se no processo chamado de fitorremediação, que usa plantas para remover, imobilizar ou tornar inofensivos ao ecossistema contaminantes do solo, água ou ar.
O sistema projetado pelo Case consiste em plantas hidropônicas instaladas em uma tela modular que pode ser deslocada. Em vez de estarem enterradas no solo, as raízes das plantas ficam expostas, o que aumenta a capacidade de purificação do ar em até 300%.

Fonte: Exame

Cientistas conseguem ressuscitar flor da Era do Gelo

Planta foi ressuscitada a partir do fóssil de um fruto 
Pesquisadores russos conseguiram ressuscitar uma flor já extinta a partir dos tecidos congelados por mais de 30 mil anos no gelo permanente da Sibéria. A Silene stenophylla é a planta mais antiga a ser regenerada e, de acordo com os cientistas, ela é fértil, produz flores brancas e sementes viáveis.

Pesquisadores canadenses já haviam conseguido reavivar plantas muito mais novas que a S.stenophylla a partir de sementes. O estudo russo, no entanto, reafirmou que o tecido pode ser conservado no gelo por dezenas de milhares de anos, abrindo caminho para uma possível ressurreição de mamíferos da Era do Gelo.

O experimento comprova que o gelo permanente serve como um depósito natural de antigas formas de vida, afirmam os pesquisadores que publicaram os resultados do estudo nesta terça-feira (21) no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences.

Svetlana Yashina, do Instituto de Biofísica Celular da Academia Russa de Ciências, que liderou o trabalho de regeneração dos tecidos, afirmou que a planta ressuscitada se parece muito com sua versão moderna, que continua a crescer na mesma área da Sibéria.

Os pesquisadores conseguiram recuperar o fruto da planta depois de investigar dezenas de fósseis escondidos em depósitos de gelo, na margem do rio Kolyma no nordeste da Sibéria, os sedimentos datam 30.000 a 32.000 anos.

Os sedimentos foram firmemente colados e, muitas vezes totalmente preenchidos com gelo, tornando impossível qualquer infiltração de água – o que criou uma câmara de congelamento natural, completamente isolada da superfície. 
Fonte: Primeira Edição

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Agricultura usa 92% da água doce do planeta

Imagem/google
Brasil é o quarto maior consumidor de água do mundo, ficando atrás dos Estados Unidos, China e Índia

Pesquisadores afirmam que a agricultura, nos moldes de hoje, consome 92% da água no planeta, o que transforma a produção de alimentos e outros produtos em algo insustentável. O alerta foi dado pelo holandês Arjen Y. Hoekstra, criador da pegada hídrica - , indicador que mede o uso direto e indireto da água doce para se obter um produto alimentício ou qualquer outro bem consumível.

De acordo com o estudo de Hoekstra, publicado no periódico científico Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS), uma pessoa consome, em média, 4.000 litros, de água por dia, incluindo toda a água necessária para a produção de alimentos e bens de consumo. No entanto, de acordo com estudo publicado esta semana, o consumo varia muito de país para país.

Entre as disparidades está no fato de um americano consumir mais do que o dobro da média global, enquanto que habitantes da China e Índia consomem pouco mais de 1000 litros. A pegada de água do consumidor médio é determinada principalmente pelo consumo de cereais (27%), carne (22%) e produtos lácteos (7%). O Brasil é o quarto maior consumidor de água – o brasileiro consome em média 3.780 litros de água por dia -, e também o quarto exportador de bens que mais necessitam de água.

A "pegada Hídrica da humanidade" mostra ainda que há a importação e exportação virtual da água. Um consumidor holandês, por exemplo, ao comprar uma camisa feita com algodão e produzida fora da Holanda, usa a água do país de produção.

Os pesquisadores também esperam ver uma mudança drástica no consumo na China, que depende cada vez mais de terras agrícolas, por exemplo, da África. Isto levará a importação muito maior de água. De a cordo com o estudo, estes são todos os indicadores claros de que a escassez de água não é um problema local, mas deve ser visto de uma perspectiva global.
Fonte: Primeira Edição

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